Da janela de sua nova casa ela ve um gato.
Tăo Branco e tăo Preto quanto o da outra casa.
Ele pula na janela, ele ainda pula, năo lhe tiraram o isntinto.
Ele parece menor, criança, como um dia o outro foi
Da janela de sua nova casa o novo parece velho
E as metaforas parecem reais, tăo reais que parecem metaforas...
terça-feira, julho 08, 2003
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